O dia 1° de dezembro foi escolhido por vários países, incluindo o Brasil, para comemorar o Dia internacional de Luta Contra a Aids.
A data tem como objetivo despertar nas pessoas a necessidade da prevenção, esclarecer as dúvidas sobre a doença e incentivar a testagem do HIV-Aids em todas as pessoas: adolescentes, jovens, adultos, idosos (homens e mulheres).
O laço vermelho usado na campanha é um dos símbolos de solidariedade e de comprometimento na luta contra o HIV-Aids. O projeto do laço foi criado em 1991 por um grupo de profissionais de arte, de Nova York (EUA), que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.
No Brasil, segundo dados do Boletim Epidemiológico de 2010 do Ministério da Saúde, estima-se que 630 mil pessoas vivam com o vírus no país. Destas, pelo menos, 255 mil não sabem disso ou nunca fizeram o teste de HIV. A faixa etária em que a aids mais incide, em ambos os sexos, é a de 20 a 59 anos de idade.
Atualmente, ainda há mais casos da doença entre os homens do que entre as mulheres, mas essa diferença
vem diminuindo ao longo dos anos. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres.
Apesar disso, entre os jovens de 13 a 19 anos, o número de casos de aids é maior entre as mulheres, com 8 casos em meninos para cada 10 em meninas.
Com a preocupação social de levar à informação à todos, sejam jovens, mulheres, gestantes, terceira idade, o AMA, através de suas palestras, vêm esclarecer sobre o que é a doença, seus sintomas, como somos infectados, como ela age no nosso organismo, métodos preventivos contra o HIV-AIDS e outras DSTs (Doença sexualmente transmissível), como usar a camisinha, sobre os testes, mas principalmente, sobre o preconceito.
Por este motivo, o AMA em parceria ao Núcleo de Assistência Social (NAS) do Bairro 31 de março, promoveu ao grupo da terceira idade uma palestra especial no dia 1º de dezembro.
Antes mesmo de eu estar com as meninas, ainda a caminho, fui comprar preservativos para ensiná-las como usar, colocando em próteses.
Estive em dois postos de gasolina e NENHUM tinha para vender. Em seguida subi para o Supermercado Paulistão, e para minha surpresa também NÃO tinha! Comp isso? Essas empresas deveriam se preocupar em fazer suas partes, colaborando para a doença não se expandir: lugares como postos de gasolinas são frequentados por jovens, que muitas vezes, depois de muita bebida (bebida eles vendem né), conhecem alguém e vão para o motel; o mesmo para o supermercado, lugar frequentado por TODOS que usam preservativos, sejam casais homo ou hetero.
Antes de mostrar a confraternização realizada com as meninas da terceira idade eu gostaria de chamar atenção aos nossos políticos: se existem leis que proibem supermercados de vender bebidas para menores de 18 anos, outras oferecendo tratamento especial à idosos, portadores de deficiência e gestantes, deveriam também se preocupar com um projeto de lei onde TODOS os estabelecimentos - como postos de gasolina e supermercados - fossem obrigados à deixar em local visível (como no Supermercado São Vicente, onde eu acabei comprando, e onde todos os caixas possuem em suas gôndulas os preservativos expostos) preservativos, senão junto a uma placa: ESTE ESTABELECIMENTO COLABORA COM A PREVENÇÃO À PROPAGAÇÃO DA AIDS. Que tal??? Modestamente, achei bárbara minha idéia!!!kkkk
Fica então em pauta minha sugestão para àqueles que ainda podem fazer algo pela cidade...
E depois de comprada a camisinha, lá fui eu para o NAS, onde fui muito bem recebida. A tarde foi deliciosa, esclarecedora, e todas pudemos trocar muitas informações!
Obrigada a assistente social Cleide, que não pôde estar presente mas permitiu que essa tarde fosse realizada; à futura assistente Paula Defávori, que gentilmente me ajudou; e ao Jornal Diário de Santa Bárbara, que cobriu o evento, cuja matéria foi publicada em 02/12/11.
Beijos a todos, estamos sempre às ordens!!!!
E os brindes sorteados por mim e pela Paula ...eles adoraram!!!!