Sejam todos muito bem vindos ao portal do AMA - Associação Mulheres em Ação de Santa Bárbara d´Oeste

Esta Associação tem como objeto principal a eliminação da discriminação e a promoção de igualdade entre homem e mulher, propondo uma mulher independente e combativa, confiante na sua personalidade e segura de que deve ser ela mesma, enquanto mulher, mãe, esposa e educadora. Reivindicamos também a identidade feminina, as diferenças biológicas e psicológicas, enfim a reciprocidade e complementaridade entre mulher e homem.

A AMA conta com o apoio de voluntários da comunidade e profissionais, que promovem às mulheres barbarenses ações e programas de orientação sobre: Saúde e educação sexual da criança, adolescente, mulher e gestante; Direitos sexuais e reprodutivos; Violência Doméstica; Diversidade sexual; Valorização do trabalho doméstico; entre outros mais.

Oficinas e palestras em escolas, empresas e grupos, de terceira idade, de mulheres e de adolescentes.

EMANCIPAÇÃO FEMININA - CÉREBRO MASCULINO E CÉREBRO FEMININO - ORIENTAÇÃO SEXUAL PARA ADOLESCENTES, MULHERES E GESTANTES - EDUCAÇÃO SEXUAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES - PLANEJAMENTO FAMILIAR –

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Se interessou? - Nos contate que levaremos as palestras e orientações até sua escola, empresa, associação ou grupos que seja!

E a "Saúde" como fica?

Todos barbarenses puderam ver os estragos pela cidade, decorrente da tempestade de ontem.
Por volta das 23h, cidade inteira sem energia, saí buscar minha irmã no trabalho, e como o hospital era via de acesso, assustamo-nos com o que vimos: funcionários reunidos na portaria, na parte de dentro, óbvio, iluminados por alguns aparelhos celulares.
Revoltei-me com o apagão e voltei para casa buscar minha câmera, já que o celular não possui flash.
Ainda não contente, desci, junto com três testemunhas, e como os funcionários ficaram intrigados e temerosos com tantas perguntas, uma deles me tratou com muita hostilidade, afirmando que eles NÃO ERAM CULPADOS pelo gerador de energia estar QUEBRADO!!!
Em nenhum momento os culpei, pode até ser que tiveram essa impressão porque enchi-os de perguntas, mas fiquei indignada por ver todos os funcionários reunidos ali, sem saberem o que fazer...
- Vocês estão com pacientes?
- Não sei.
- Como não sabem?
- Ué, hospital sempre tem paciente.
- E a UTI, disse olhando para uma enfermeira, que deveria trabalhar no Centro Cirúrgico ou na UTI, já que usava roupas esterelizadas: luvas, sapatos descartáveis, máscara e touca.
Ninguém respondeu, e novamente ela me expulsou de forma grosseira, afirmando que ninguém era culpado, e  até questionou minha idoneidade.
Respirei fundo, tentei organizar rapidamente meus pensamentos para dar uma resposta prudente, mas a única coisa que consegui responder era que ela não me conhecia, que eu não estava ali para julgar nem culpar ninguém, muito pelo contrário, que sou a favor da população e somente fiquei indignada ao ver o hospital totalmente escuro (antes de parar andei por toda quadra para me certificar disso).
Gente, sem gerador...vocês tem noção da seriedade disso????
E finalizei:
"Não se preocupe estou indo embora, mas da próxima vez despenque sua raiva no político que VOCÊ elegeu, e não em mim; ele sim deveria estar preocupado com a Saúde da cidade, e não eu!

Fica aqui meu relato e meu apelo, que nem deveria ser apelo, afinal, a OBRIGAÇÃO  das políticas públicas, é se preocupar com os problemas da cidade, e cobrar a fiscalização da vigilância, que se estivesse sendo realizada, consertariam ou providenciariam um gerador de energia elétrica, porque recurso para isso a cidade tem!
Fico a imaginar as supostas mortes de pacientes que poderiam precisar do recurso da  UTI ou nas cirurgias de emergência... graças a Deus penso que nada ocorreu, mas também eles não seriam tolos de me contar e colocar em riscos seus empregos!

Sim...ESTOU DE OLHO EM VOCÊS!

Eu também quero uma Santa Bárbara melhor!!!!!!!!!!!!!



Eu na porta fazendo perguntas...


Separar-se ou não: eis a questão!!!!

Muitas clientes comentam e desabafam sobre a realidade falida de seus casamentos.
Independente do fracasso que é, insistem num relacionamento, principalmente por estabilidade financeira.
Mas será que esta não é mais uma desculpa?
Sim, porque o que geralmente ouço é “meus filhos são ainda pequenos”... Como se isso fosse desculpa para manter um casamento!
Eu sou prova disso, encorajei-me a divorciar-me com três filhos, tendo na época a mais nova, 7 meses. Mas chega uma hora que a tolerância vai à zero, e quando chegamos nesta situação, é porque nem o diálogo – única ponte para o entendimento – é possível!
Na verdade, a maior dificuldade apontada é que nenhuma pessoa está preparada para enfrentar uma separação: falta-lhe condições emocionais e/ou condições econômicas.
Quanto às condições emocionais, é fundamental ressaltar das nossas expectativas sobre o parceiro, nosso primeiro marido, cuja união na maioria das vezes é sacramentada por uma cerimônia religiosa, ou seja, assumimos perante a família e amigos o comprometido em amar o companheiro, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe...
Apesar de hoje a religião ter ‘evoluído’ e mudado seus critérios e não perder seus fiéis ‘divorciados’, hoje ela entende tal qual a psicologia: ‘que a morte nos separa’ significa, enquanto nosso amor não morrer!
Em seguida é estritamente necessário organizar a situação econômica: você tem uma fonte de rendas? Se não tem, a pensão do marido para você e filhos será suficiente? Esta será suficiente para garantir a sobrevivência sua e da prole? Porque nós, mulheres, temos que ter uma fonte de renda que somada à pensão dos filhos garanta a sobrevivência nossa e da prole. E em casos de não possuírem casa própria, têm que avaliar também se compensa assumir o gasto com o aluguel e despesas de compras de objetos e móveis desta nova casa, porque muitas vezes é compensatório voltar para a casa dos pais, mesmo esta opção estando fora da sua lista.
Vale lembrar que a prioridade absoluta é o bem-estar dos filhos, e apesar dessa preocupação ser a ‘desculpa esfarrapada’ de muitos casamentos já acabados, é muito mais saudável a criança crescer longe e brigas, sem a ilusão de que casamentos são perfeitos, sendo que não existe perfeição, apesar de muitos casais quererem passar essa imagem para os filhos e para toda uma sociedade. O mais importante é o casal, com pais, ao menos em relação aos filhos, deixar as diferenças de lado e buscar uma separação amigável para protegê-los do desconforto de viver em um lar infeliz. Se estes ainda não são crescidos, assim que atingem certa maturidade eles próprios queixam-se do descompasso entre os pais e afirmam que preferiam que eles se separassem.

Finalmente, a grande motivação para a separação é a tentativa de viver melhor. E a meta a ser buscada é a possibilidade de ser mais feliz.
Se estamos certos ou errados, pouco importa. O que vale é sermos sinceros conosco, e admitirmos nossos sentimentos, independente destes serem compreendidos ou não.
Sim, porque na maioria das vezes não somos.
Eu sofri muito a falta de compreensão por parte de amigos íntimos e familiares: todos querem ajudar e tentar uma reconciliação.
Se esquecem que quando definitivamente decidimos, não voltaremos atrás, mas mesmo assim somos obrigados a passar pelo desconforto de pessoas opinando pelas nossas vidas.
Escrevi hoje esta postagem porque uma grande amiga decidiu-se separar do marido após 21 anos casada. Por esta nem eu esperava, afinal, ela mesma dizia que apesar de não sentir amor ou tesão pelo fulano, ela não confiava mais por conta das traições passadas, mas que por amizade, viveria ainda longos anos com ele.
Apesar de não entender este tipo de gratidão que algumas esposas têm para com seus companheiros, chegou o dia em que sua bomba interna explodiu. Para mim foi super inesperado, uma novidade, mas fiquei orgulhosa pela coragem dela.
E não é que sobrou para mim, mesmo distante e sem saber dos últimos acontecimentos?
Sim, porque eu sou a amiga ‘separada’ dela, e na cabeça do esposo, eu a influenciei e a convenci abandoná-lo, afinal, é mais fácil culpar uma terceira pessoa pelo relacionamento falido que ter que se olhar para dentro e admitir erros e falhas.
Bom, eu e ela sabemos muito bem que eu não opinei sobre sua decisão, aliás, se dependesse de mim ela teria o abandonado já que soube de sua descarada traição, há alguns anos atrás.
Mas enfim, como eu dizia no início, nem sempre o momento que acontece os terremotos que balançam os casamentos, são momentos cruciais de decisão; existe sim a possibilidade de se entender, mas se houver arrependimento e amor, porque se consentirmos ignorar um desrespeito desse, a tendência é se repetir sempre, e incontestavelmente... Ou então, até decidirmos dar um basta, só que este basta só será possível se estivermos bem emocional e financeiramente.
Me perguntaram: “Então tá, você está querendo me dizer que, só porque eu estou desequilibrada e desempregada eu não posso me separar?”
Em primeiro lugar, eu sou super a favor da família, só Deus e pessoas íntimas sabem o quanto eu lutei para impedir o desfecho que teve, mas quando não dá não dá mesmo!
Eu não sou ninguém para dizer o que é certo ou errado, e se está na hora certa ou não, somente posso falar do que tenho aprendido com a vida, com as experiências dos outros, e com a psicologia. E é fato que, se estivermos ‘desequilibrados e desempregados’ nossos problemas serão muito maiores, porque não é fácil passarmos por um divórcio, então se for para realmente passar, que seja de uma forma menos turbulenta, e se este então não é o momento, vamos ao menos resolver essas duas questões antes de tomar decisões definitivas para nossas vidas.
O DISK-AMA está aí para aconselhar você no que for preciso. Mas se o que precisa é somente desabafar, é só nos contatar, que também estamos aqui somente para lhe ouvir.

O EMPODERAMENTO FEMININO COMEÇA DENTRO DE CASA

Ser mãe é sentir o coração bater fora do corpo. E isso não tem  nada de louco: deixa é a gente louca, isso sim!
É uma experiência transcedental ter uma tripla jornada de trabalho: cuidar da casa, trabalho e marido... Eiiii, quádrupla né? Afinal, com o tempo vêm os filhos tão esperados, isso quando não atropelamos os scripts sociais e os encomendamos ainda solteiras. É barra já começar o casamento com eles no colo, afinal, não é a toa que lua de mel fortalece relacionamento também, porque queira ou não, a chegada do bebê afasta o casal.
Deixa-me explicar o que eu quis dizer com ‘afastar’, afinal, depois de tanto tempo de namoro, casamento, agora vocês finalmente decidiram ter filhos e eu venho melar a idéia!?!
Quando eu digo ‘separar’, eu me refiro ao casal como namorados, e não como pai e mãe.
A mãe deixa de estar disponível, e nem tem tanto pic, afinal, um bebê muda toda a rotina da casa. Em todos os casos (ao menos me refiro à estudos e pesquisas, principalmente relatos e minha própria experiência), por mais que o homem não admita, inconsciente ele tem ciúmes do bebê porque ‘perdeu’ a atenção da mulher da casa, que agora só lembra de dar colinho para o mais novo membro da família.
Meninas, não é fácil assumir tantas responsabilidades e obrigações. Antes de casarmos ninguém nos alertou o quão é difícil nos desdobrarmos em mil! E depois da maratona diária, muitos companheiros exigem que suas esposas estejam sempre prontas, independente da vontade não ser mútua.
Então por quê fazer? Por quê ceder?
Porque perante o padre você jurou ser do esposo na alegria e na tristeza?
Porque socialmente o papel da esposa é servir o marido?
Porque você não é tão bem resolvida, e cede com medo dele procurar na rua o que não tem em casa?
Se homens virem a ler esta postagem, vão contraditoriamente se defender, afinal, a fala de todos é: “mas sou o provedor da casa...pensa que não estressa também trabalhar o dia todo...sou eu que sou o responsável e o único a me preocupar com as contas...” e por aí vai.
Mas esqueçam-se desse discurso!
Agora é um momento nosso, meu e seu, e quero colocar você para pensar como está se posicionando no seu relacionamento, onde desde que o mundo é mundo e a gente é gente, o homem senta no topo da escala hierárquica, achando que ainda vivemos no feudalismo ou no sistema patriarcal, onde mulher só servia para serví-los... e parir os filhos, de preferência meninos (já que no regime patriarcal, a linhagem se dá de pai para filho, e os bens vão para o filho primogênito).
Eu achei interessante um programa que assisti no Discovery Home and Health: a inversão de papéis pai/mãe. O resultado com certeza foi unânime, porque no final das experiências, todos valorizaram mais as divas que possuem dentro de casa! E na minha opinião, todos os pais deveriam ser mães por um dia, para valorizar ainda mais nossa posição dentro de casa!
Esta semana mesmo ouvi a queixa de uma cliente que faço massagem:
Tati, estou exausta, sem tempo pra nada, acho que estou em crise com a maternidade, cansada de ser só mãe. Cheguei ao meu limite do cansaço físico-emocional, tendo que trabalhar, dedicar cuidados a duas crianças em fases totalmente diferentes (uma com 10 anos e outra com 10 meses), afazeres domésticos depois que eles dormem, banho lá pra meia-noite. E quando desmaio na cama, sem ao menos sentir meu corpo, ainda tolerar esposo queixoso de atenção”.
É... nem todas têm o pic de namorar as 2h da manhã, para ter que despertar logo as 6! E não adianta, muitos infelizmente ainda não entendem mesmo, enquanto a mãe, após o expediente de trabalho, se divide entre casa, criança e fogão, ou o 'provedor' está na tv, ou na internet, ou foi jogar bola com os amigos... enfim, estão 'relaxando'.
É por isto que nesta ocasião, mais uma vez, nós mulheres temos que ter pulso forte: também merecemos ter nosso momento, e no que se refere às obrigações domésticas, ao menos ter as responsabilidades divididas!
A mulher, ao longo do tempo, buscou e ainda vem buscando, seu espaço, seja no âmbito profissional, social, familiar.
Se algo não está certo no trabalho a gente bate o pé... por quê não fazer o mesmo dentro de casa?
A feminista Julieta Kirkwood defende que:
“... o poder não é, o poder se exerce! E se exerce em atos, em linguagem...não é uma essência! Ninguém pode tomar o poder e guardá-lo em uma caixa forte. Conservar o poder não é mantê-lo escondido, nem preservá-lo de elementos estranhos, é exercê-lo continuamente, é transformá-lo em atos repetidos ou simultâneos de fazer, e de fazer com que outros façam ou pensem. Tomar-se o poder é tomar-se a idéia e o ato”.
Por isso lhe digo: você mulher, tem o poder sobre sua vida. Não vivemos mais há alguns séculos passados, onde dependíamos dos patriarcas, os homens, para prover o sustento da casa e da prole.
Nossa realidade mostra que cada vez mais a mulher prova-se capacitada a ter/desempenhar as mesmas funções masculinas, e se ela pode/sabe empoderar-se dentro da profissão, na educação de filhos, e por quê então a submissão dentro de casa?
Mais uma vez trago Julieta, que afirma “a mulher ter a capacidade de decidir sobre a própria vida, e a vida do outro”; porém, o que ainda vemos, mesmo com todas as transformações ocorridas na condição feminina, são mulheres incapazes de decidir sobre suas vidas, não se constituem enquanto sujeitos, não exercem o poder e principalmente, não acumulam este poder, somente o reproduzem, NÃO PARA ELAS, mas para àqueles que de fato controlam o poder – os homens!
Enquanto ela não tiver a consciência e o entendimento de que também está no controle, ela ainda vai continuar a sofrer o controle masculino do trabalho sobre elas, o acesso restrito aos recursos econômicos e sociais e ao poder político, e principalmente, sofrer a violência masculina e o controle da sexualidade, sendo este último, assunto que eu quero abordar, e para isso, entendamos de uma vez por todas o que é empoderar-se.
Empoderamento é o mecanismo pelo qual as pessoas, as organizações, as comunidades tomam controle de seus próprios assuntos, de sua própria vida, de seu destino, tomam consciência da sua habilidade e competência para produzir e criar e gerir.
Empoderar-se é não assumir uma posição subordinada, mas sim tomar decisões, construir uma auto-imagem e confiança positiva, desenvolver habilidade para pensar criticamente, tomar decisões, principalmente porque quanto maior for seu empoderamento, maior será sua igualdade, seja dentro de casa ou perante a sociedade.
Se posicionar não significa contrariar, enfrentar, mas defender com unhas e dentes aquilo que você pensa, aquilo que você é, sem se sufocar, sem tentar ser aquilo que o outro espera de você, sem dar aquilo que você não tem; e com paciência e amorosidade, trabalhar no outro a aceitação das mudanças necessárias para uma vida melhor, para você e suas relações (seja esta dentro ou fora de casa).
Sou super a favor da família, apesar do meu casamento não ter dado certo não significa que não tentarei outra vez.
Porém, as experiências, os tropeços, o sofrimento, nos amadurecem, e hoje eu sei bem onde errei e onde posso ser melhor, assim como posso escolher quem eu quero definitivamente ao meu lado. E saber o que eu não quero já é meio caminho andado... e  quem eu não quero nem admito ter ao lado, é um homem extremamente machista, que queria medir poder ou competir, ou ainda, afugentar minha luz!
Numa relação se soma, não se divide; também se é sincero, e para estar junto um tem que aceitar o outro. O uso do senso-comum ajuda bastante, mais ainda a conscientização que para dar certo cada um tem que fazer sua parte.
Então queridas, se vocês não querem ser acordadas no meio da noite para cumprir seus papéis de esposas...NÃO ACORDEM!
Está mais que na hora de seus esposos assumirem realmente o verdadeiro papel do  homem deste século; e este homem, hoje, participa da educação dos filhos, se não possui condições financeiras de ter uma ‘secretária’ em casa, dividirá os afazeres domésticos, ou ao menos cuidará da prole para suas esposas terminarem as obrigações de casa, afinal, suas contas também não estão sendo divididas? Ajudando-se um ao outro, ambos terminam as tarefas mais cedo, tomam banho mais cedo, e sobra tempo para se curtirem, sem cobranças ou sem meias-entregas. Família é uma equipe!
É preciso de muitas coisas para um casamento dar certo, mas entre elas, o respeito ao outro, e machismo está fora de moda, portanto, está mais que na hora de derrubá-lo: o casal se une, fica mais próximo e mais feliz... e as pessoas à volta, principalmente os filhos, agradecem!

FILIAÇÃO PARTIDÁRIA



POR QUÊ PCdoB?

É com imensa honra que comunico minha filiação ao partido PCdoB.

O PCdoB é o partido mais antigo do Brasil, fundado em 25 de março de 1922, porém, viveu mais de 60 anos no anonimato, perseguido pelas forças conservadoras e pelas ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar.

Ele é o filho legítimo da classe operária e do valoroso povo trabalhador, por isso que sua força é indestrutível: simboliza a luta pela liberdade e pelo direito dos trabalhadores do nosso país!

Dentre suas lutas e conquistas, ele foi o primeiro partido a defender a reforma agrária, a criação dos direitos sociais e trabalhistas (jornada de trabalho de 8 horas diárias, direito a férias, aposentadoria, 13º salário, saúde, educação e previdência pública, etc), organizou a vitoriosa campanha do Petróleo é Nosso (que deu origem a Petrobrás), mas acima de tudo, é o Partido da juventude, da intelectualidade progressista e das camadas médias avançadas.

E agora com a filiação, também sou patrimônio político do partido, tenho direitos e deveres não somente para com ele, mas uma consciência política do meu verdadeiro papel dentro da nossa sociedade.

Como militante, tenho o compromisso de promover a igualdade social entre homens e mulheres, atuando junto aos problemas da comunidade barbarense, e trabalhando para reivindicar e ampliar soluções que defendam e façam valer esses direitos.


REUNIÃO 21/10/2011 NA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA BÁRBARA COM FILIADOS E PRÉ-CANDIDATOS DO PARTIDO


Davi Ramos, vereador de Americana e dirigente estadual do partido entregando certificação à pré-candidata Tatiana Daniel:


As meninas super-poderosas (brincadeiras à parte) e pré-candidatas do PCdoB junto ao Vereador Zeca Gonçalves e à direita, coordenadora e militante Tânia:


PCdoB
A cara da nova política de Santa Bárbara!!!









PARTICIPE !!!


Com perspectiva de defender e dar impulso a igualdade de direitos, a atuação da AMA está voltada à superação das desigualdades e discriminações de gênero e de raça/etnia, e a afirmação dos princípios da liberdade, autonomia, solidariedade e respeito à diversidade. Além de gerar a autonomia e a auto-transformação, nossa missão também é gerar o auto-conhecimento individual e coletivo, promover a presença e a participação igualitária dessas mulheres nos movimentos feministas e contribuir para o fortalecimento do feminismo na democracia, o que amplia canais de interlocução com o Poder Público, e garante uma justiça sócio-ambiental e direitos para cada uma delas.
Através do AMA faremos juz dar vozes a todas estas mulheres... ao menos a minha, NINGUÉM HÁ DE CALAR!